O SAEB, A LÍNGUA PORTUGUESA E O PIAUÍ
Mais dados sobre a qualidade da educação no Piauí.
O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (SAEB) registra o baixo desempenho dos alunos em língua portuguesa no Piauí - desempenho que já era e continua baixo.
Entre os alunos da quarta-série, no ano de 2001, 27,4% tiveram um desempenho muito crítico; 45,7%, um desempenho crítico; 24,9%, um desempenho intermediário e, apenas, 2% um desempenho adequado para a referida série. No ano de de 2003, a avaliação continua ruim: 29,1%, muito crítico; 41,4%, crítico; 27,4% , intermediário e, apenas, 2%, adequado.
A situação é complicada também na oitava série, muito embora vem a ser melhor do que a situação da quarta-série. No ano de 2001, os números foram 4,3%, muito crítico; 24,4%, crítico; 63,8%,i ntermediário; 7,5%, adequado. Já no anos de 2003, a situação seprolonga: 7,1%, muito crítico; 28,2%, crítico; 56,2%,intermediário;8,5%, adequado.
A situação piora um pouco na terceira série do segundo grau. No ano de 2001, o quadro era: 4,6%, muito crítico; 41,1%, crítico; 48,9%,intermediário; 5,4%, adequado. Em 2003, a situação não muda muito: 3%, 44,5%, 47,4% e 5,1%.
Qualidade no ensino básico é desafio de todos nós, pois essa determinará todo o nosso futuro e das nossas crianças.
O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (SAEB) registra o baixo desempenho dos alunos em língua portuguesa no Piauí - desempenho que já era e continua baixo.
Entre os alunos da quarta-série, no ano de 2001, 27,4% tiveram um desempenho muito crítico; 45,7%, um desempenho crítico; 24,9%, um desempenho intermediário e, apenas, 2% um desempenho adequado para a referida série. No ano de de 2003, a avaliação continua ruim: 29,1%, muito crítico; 41,4%, crítico; 27,4% , intermediário e, apenas, 2%, adequado.
A situação é complicada também na oitava série, muito embora vem a ser melhor do que a situação da quarta-série. No ano de 2001, os números foram 4,3%, muito crítico; 24,4%, crítico; 63,8%,i ntermediário; 7,5%, adequado. Já no anos de 2003, a situação seprolonga: 7,1%, muito crítico; 28,2%, crítico; 56,2%,intermediário;8,5%, adequado.
A situação piora um pouco na terceira série do segundo grau. No ano de 2001, o quadro era: 4,6%, muito crítico; 41,1%, crítico; 48,9%,intermediário; 5,4%, adequado. Em 2003, a situação não muda muito: 3%, 44,5%, 47,4% e 5,1%.
Qualidade no ensino básico é desafio de todos nós, pois essa determinará todo o nosso futuro e das nossas crianças.

5 Comentários:
A Quinta-feira, 24 Novembro, 2005,
Anônimo said…
Esses dados só têm chance de mudar quando o senhor for o governador e o prof. Montezuma for o secretário estadual de educação. Por falar nisso, onde está ele?
A Sexta-feira, 25 Novembro, 2005,
Anônimo said…
De fato, é catastrofica a situação da educação do Piaui.A falta de capacitação e reciclagem de profissionais é gritante.A UESPI, a grosso modo, está fazendo curso de férias para "qualificar" os professores, principalmente do interior do estado, porém, a falta de recursos e profissionais capacitados para tal tarefa está deixando muito a desejar. Se vc colocar um aluno de 8ª serie p fazer uma redação e um aluno da UESPI desse q fazem curso de férias no interior(não digo todos + uma grande maioria) para redigir sobre o mesmo tema a diferença é muito pequena.É necessário que se tome atitudes urgente + com responsabilidade p/ q esse quadro possa ser mudado, é importante q qualifique esses profissionais + que seja de forma responsável e q não saiam por aí distribuindo certificados por mera conveniência.
A Sábado, 26 Novembro, 2005,
Anônimo said…
Firmino,
Voce sabe que o SAEB avalia alunos das tres redes de ensino: estadual, municipal e privada. Seria interessante se se pudesse desagregar esses dados de modo a se examinar o que de fato estah ocorrendo na rede de ensino publico estadual que para o ano de 2004 teve um orcamento de mais de R$ 500 milhoes de reais.
A Sábado, 26 Novembro, 2005,
Anônimo said…
Firmino,
A UESPI pode ter um papel importante no seu governo no sentido de qualificar professores da rede publica estadual.
Mas isso se se desenhar e implantar seriamente programas de qualificacao e formacao em servico a partir das praticas pedagogias vivenciadas por profesores e professoras no cotidiano da sala de aula.
Ou seja, a Uespi terah que ter programas de qualificacao e de formacao totalmente diferentes do que tem hj...Isso pode ser feito via convenios entre a SEDUC e a UESPI.
Essa nova proposta de qualificacao e formacao de professores e professoras que seu governo pode implantar deve ( na minha opiniao) se fundamentar numa pedagogia da problematizacao das praticas pedagogicas vigentes. Ou seja, a partir da praticas pedagogicas que sao adotadas pode-se problematiza-las e tentar-se construir algo novo e eficaz:objetivo ensinar a ensinar de forma produtiva e eficaz.
A Sábado, 26 Novembro, 2005,
Anônimo said…
Firmino,
So num governo seu e de oito anos eh possivel se fazer mudancas estruturais na educacao da rede publica estadual.
Isso pq um desafio desses requer apoio, estimulo e firmeza do chefe do executivo bancando uma proposta de longo prazo: uma politica publica de Estado.
Em materia anterior vc apontou caminhos, acho que eh por ali mesmo...
Investir na Formacao, qualificacao (nao uma qualquer mas nos termos apontados ai acima) e valorizar professores e professoras. E, sobretudo, criar um sistema de responsabilizacao pela a aprendizagem dos alunos e pelos resultados da escola.
Vc sabe que a cultura que preside as escolas da rede publica estadual eh a do desestimulo, e da nao responsabilizacao...
O desfio serah, entao, descontruir essas malfadadas culturas e construir a do estimulo, de crenca, e da responsabilizacao - seu conceito de capital social cabe bem aqui.
E que traga consigo um sistema inteligente e eficaz de avaliacao externa e de acompanhamento.
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